EXTRATERRESTRES - DESDE QUANDO NOS VISITAM

Extraterrestres nos visitam desde o início da vida na Terra

Friday, February 25, 2005

Extraterrestres - Desde quando nos visitam?

Eustáquio Andréa Patounas

(socex@socex.net)

Boas ou más, aparentemente há numerosas sociedades - muitas das quais altamente avançadas tecnologicamente e muitas também muito antigas - que têm se ocultado das sociedades da superfície, por razões que ainda desconhecemos. Há, de fato, evidências de que este tipo de cultura antiga de alta tecnologia existiu nos tempos antigos:
Yves Naud, em seu livro “UFOS AND EXTRATERRESTRIALS IN HISTORY,” narra dados antigos sobre indústrias ancestrais metalúrgicas, bem como evidência documentada que os antigos eram familiarizados com as ciências atômicas. Ele afirma que: “...a manufatura de objetos de metal pressupõe a existência de indústrias apropriadas. A despeito do fato de que a mente antiga recua em aceitar esta conclusão, somos forçados a aceitar as evidências. Dr. Korioun Meguertchian, trouxe à luz uma oficina de fundição aonde os antigos trabalhavam o cobre, chumbo, zinco, magnésio, aço etc. Cientistas que estavam em dúvida sobre a existência deste tipo de atividade agora tem o material de prova: 25 destas construções foram descobertas, mas foi calculado que há no mínimo 200..”.
Estes antigos cientistas também parecem ter feito esforços persistentes para esconder es-te conhecimento de pessoas irresponsáveis, embora alguns desses conhecimentos ancestrais aparentemente tenham caído em mãos erradas, se podemos acreditar em certas antigas narrativas de velhas cenas atômicas... Yves Naud revela: “nós novamente encontramos traços de ciências atômicas antigas na Índia. As escritas bramânicas VAISESI-KE e NYAYA, o livro sagrado YOGA VASISCHTA, todos falam da estrutura da matéria: há vastos mundos dentro do vazio de cada átomo, tão diversificados como poeira sob os raios do sol”.
“Sendo mais sábios do que somos, e conscientes do perigo que a força atômica representa, os antigos não divulgaram nenhum dos segredos desta ciência ao profano, para que o átomo não pudesse ser usado para fins destrutivos. “Seria o maior dos pecados revelar o segredo de nossa arte para os soldados”, escreveu um chinês.
“O povo antigo conhecia o átomo, mas será que eram capazes de produzir uma explosão atômica? Os cientistas passaram um longo tempo se interrogando sobre esta questão até a descoberta de DRONA PARVA, um texto hindu que narra a explosão de uma bomba atômica: “um projétil flamejante, com o brilho de uma chama sem fumaça, foi dispara-do. Uma grande escuridão subitamente escureceu os céus. Nuvens relampejavam na parte superior do ar, liberando uma forma de sangue. Queimado pelo calor de seu braço, o mundo parecia sacudido pela febre”.
“O físico, Frederick Soddy, pergunta: “Nestas velhas lendas, não podemos ver alguma justificativa da crença que anteriores representantes de uma raça esquecida de homens não somente atingiram um nível de conhecimento que nós somente agora alcançamos, mas também um poder que ainda não temos? Traços de radioatividade artificial têm sido detectados em várias partes do mundo em escavações de antigos sítios. Na India, exumaram um esqueleto que revelou uma altíssima intensidade de radioatividade. Isto confirmaria a teoria de uma explosão atômica na pré-história”. Conclui Mr. Naud.
Daniel Cohen, em seu livro “THE ANCIENT VISITORS” (Doubleday & Co. Inc., New York. 1976), também relata um fato tomado de um texto antigo a respeito do que pode Ter sido uma nave aérea desenvolvida por uma raça antiga: “Um número de épicos da Índia contém descrições de ferozes carruagens voadoras. Há linhas como esta: “Bhima fugiu com seu vimana em um raio enorme que era brilhante como o sol e fazia um barulho como um trovão na tempestade”.
Yves Naud ainda apresenta outros relatos que sugerem que os antigos terráqueos tentaram uma viagem espacial e foram bem sucedidos:
“Um chinês na lua 4.300 anos antes dos russos e dos americanos - o povo antigo, fazendo uso de seu conhecimento astronômico, pode ter sido capaz de se lançar para a exploração do espaço.
“O caminho foi longo e transcorreu na escuridão, explica Chu Yan, um poeta chinês do terceiro século antes de Cristo. A tradição chinesa narra a extraordinária aventura de Hou Yih, um engenheiro do imperador Yao, que decidiu, há 4.300 anos, ir para a lua com um pássaro celestial. No curso do vôo, o pássaro indicou ao viajante os exatos movimentos do nascer, apogeu e por do sol. Hou Yih entretanto explicou que viajou fora da corrente do ar luminoso. Pode esta corrente ter sido a exaustão de um foguete?
“Ele não percebia os movimentos de rotação do sol, acrescenta o narrador. Efetivamente, os astronautas contemporâneos têm notado que, no espaço, não é possível discernir a passagem diurna do sol. E o que o engenheiro chinês observou na lua? Ele viu um horizonte que parecia congelado. Para se proteger do ar glacial, ele construiu o Palácio do Grande Frio. Sua mulher Chang Ngo, se uniu a ele no satélite que ela descreveu como uma esfera luminosa, brilhante como vidro, com um enorme tamanho e muito fria.”
Se este vôo foi bem sucedido, então podemos presumir que muitos se lhe sucederam. Yves Naud cita outra lenda antiga da China que sugere que em um ponto uma grande raça do espaço que explorasse e colonizasse planetas próximos foi uma realidade e que como resultado de uma raça pervertida de trogloditas o mundo caiu na idade negra que levou a uma quase completa perda de contato e comunicação entre outros colonizadores planetários e o mundo antigo. Cita a lenda:
“Os Mao-tse eram uma raça pervertida que tinha se refugiado nas cavernas. Diz-se que seus descendentes ainda vivem lá, nas linhas dos contornos de Cantão. Então, sob a influência de Tchu-Yeo, eles disseminaram problemas pelo mundo, e se uniram aos assaltantes das estradas. O Senhor Chan-Ty (um rei da dinastia divina) viu que o povo tinha perdido qualquer vestígio de virtude. E então ele ordenou que Tchang e Lhy cortassem toda a comunicação entre o céu e a Terra. Desde aquele tempo não há mais subidas e descidas”.
Em conexão com a matéria acima, não pode ser coincidência que John A. Keel afirme nas páginas. 93-94 de seu THE MOTHMAN PROPHECIES (Signet Books, N.Y., 1975 paperback edition) a seguinte preocupação de algumas testemunhas de UFOs: “...em alguns casos, antigas letras como grego e chinês aparecem no objeto. O efeito é o mesmo. Meses, mesmo anos, depois o mesmo perceptor pode novamente ver os mesmos números ou letras em um objeto..”.
De um texto antigo, o BRIHAT KAHTA, nós lemos de como os antigos habitantes da Índia sabiam de naves voadoras que tinham sido desenvolvidas por certos gregos que eram muito possessivos de seu conhecimento mecânico e científico:
“Padmavit explica que a Rainha Vasavadotta desejava voar em uma carruagem para visitar a (outras parte de) Terra. Vasantoke, o Mestre do Entretenimento, riu e falou para ela: as mulheres que servem o rei têm o mesmo desejo. Eu disse a ele para suspender um balanço entre duas altas estacas e usar isto para ir e vir no ar. E se a rainha deseja uma destas viagens aéreas, então ela pode se contentar do mesmo jeito! Todo mundo começou a rir, mas Rumanavit cortou, já é piada bastante, ele disse, agora deixe-nos olhar os fatos. Nós estamos falando no vazio, Yangandharayame interrompeu. Isto é um problema para os artesãos.
“Rumanavit convocou os carpinteiros e deu a eles ordens estritas de construir uma máquina voadora de uma vez. O corpo de artesãos se reuniu e depois de um longo período de esforço para resolver todos os problemas, eles finalmente enviaram seus representantes tremendo de medo, para falar a Rumanavit. nós sabemos de quatro tipos de máquinas, eles disseram, aquelas feitas de água, aquelas feitas de ar, aquelas feitas de poeira e as que são compostas de um grande número de peças. Mas nós nunca vimos uma máquina voadora. Os Yavanas (Gregos) que sabem sobre elas.
“Então um brâmane falou de um carpinteiro Pukrasaka, de quem o rei tinha sabido da existência por um certo Vicvita, que estava montando um relógio mecânico. Os embaixadores estrangeiros sussurraram: nós nunca revelaremos este segredo das máquinas voadoras para ninguém, seja este artesão ou outro. É muito difícil de entender para alguém que não é grego.
“De repente, um estranho apareceu (grego?). Ele falou a Rumanavit que o suprisse do material necessário e ele construiria uma carruagem voadora na forma de Garuda, uma águia com corpo humano, ligada a Vishnu). Ela foi ornamentada com flores. A rainha e o rei seu marido voaram pelo e retornaram a sua cidade..”.
Esta narrativa indica que os antigos hindus eram aliados dos gregos e estiveram trabalhando juntos no desenvolvimento de uma nave aérea.
Segundo a história e profecia judaico-cristã, (livro de Daniel), quatro impérios mundiais governariam o curso do mundo antes que o próprio Messias finalmente viesse reinar sobre um reino incorruptível. O primeiro foi o império da Babilônia; o segundo, o Império Medo-Persa; o terceiro foi o Império Grego que “governaria por toda a terra” e foi seguido pelo Império Romano, o maior, mais cruel e opressor. Este cresceria e governaria as nações e depois cairia mas ainda retendo considerável controle sobre o mundo religioso (Revelação cap. 17-18) e então reviveria dentro de um império de 10 chifres governado por um falso messias.
Muitos dos modernos historiadores atribuem as nossas ciências atuais aos antigos filósofos gregos. Entretanto, quando a Idade Negra da Inquisição Romana chegou, estas ciências foram suprimidas. Mas que tal se as sociedades gregas científicas, filosóficas e fraternais descobrissem elas próprias abrigos ocultos longe da opressão da sociedade dominante e continuasse a desenvolver sua ciência com liberdade e criatividade, que só este tipo de colônia oculta poderia fornecer?
Um relato muito interessante, que parece indicar que as sociedades humanas de alta tecnologia sobre e dentro da Terra de fato colonizaram outros corpos planetários a centenas ou milhares de anos atrás, apareceu na revista SEARCH. O artigo, intitulado “BRACE YOURSELVES”, foi escrito por um ex-empregado da NASA que apenas se identificou como The Doc. Apareceu no inverno de 1988-89. Relata no início do artigo duas coisas muito importantes que ele ouviu enquanto trabalhava na NASA. Uma delas inclui a descoberta de a superfície do sol pode não ser uma região de contínua atividade termonuclear como tem sido normalmente acreditado. Ao contrário, os cientistas têm achado que isto parece ser essencialmente um tremendo dínamo ou esfera eletromagnético que em cada volta gera os campos magnéticos dos planetas. Em outras palavras, para mais ser uma gigantesca luz ou esfera eletromagnética do que um reator termonuclear, embora reações nucleares possam tomar parte, mas não serem tão importantes quanto se acredita.
Alguns tem dito que o calor experimentado do orbe solar sobre as superfícies dos planetas não é propriamente determinada pela proximidade com o sol, mas muito mais pelo tipo e quantidade de atmosfera com os quais as radiações e raios solares interagem para produzir fricção e calor. Em outras palavras, o sol não é quente no sentido que se acredita, mas as chamas solares e explosões que ocorrem na superfície do sol são muito mais condizentes com arcos elétricos que com explosões nucleares. A outra revelação que ele recebeu de outros empregados da NASA foi que a Marinha Americana por alguns anos tinha feito regulares viagens de observação e reconhecimento para monitorar “cidades alienígenas dentro de bolhas” no chão do oceano.
Em seu livro “LIGHT YEARS” (Morgan Entekin Books., Atlantic Monthly Press., N.Y. 1987), Gary Kinder revela que o contatado suíço Eduard Billy Meier ouviu dos viajantes estelares que ele encontrou que eles eram das Plêiades, mais ou menos distante 430 anos luz da Terra. As Plêiades são um relativamente próximo cluster estelar aberto constituído de centenas de estrelas, e segundo os cientistas, o próprio sol e alguns de seus vizinhos giram em torno de Alcyon, a estrela central do cluster das Plêiades. Todavia, as Plêiades são um sistema relativamente jovem que não apresenta condições para ele próprio desenvolver a vida e, de fato, os Pleiadianos afirmam que eles não são originários desta parte da galáxia. Eles dizem que terraformaram certos planetas naquele setor para suportar a vida e que seu antigo lugar de origem é muito mais perto da Terra, no sistema de Lira, mais ou menos distante 30 anos luz de nosso sistema solar. Em outras palavras, eles migraram se distanciando da direção geral da Terra.
Há também outro grupo de extraterrestres que tem se dado a conhecer por vários contatados e que diz ser ligado aos Pleiadianos e a antiga Terra, sugerindo mesmo uma enorme probabilidade que estes, bem como os Pleiadianos tem sua gênesis originalmente na (antiga) Terra milhares de anos atrás. Pode ser o planeta Terra a semente original do qual toda a vida do Universo procedeu?
Segundo Meier, uma grande batalha interplanetária e um êxodo humano em massa aconteceu eras atrás dentro do sistema de Lira, como resultado de que uma grande percentagem de habitantes humanos foram obrigados a evacuar o planeta deles dentro daquele sistema depois que muitos de seus ancestrais terem morrido na guerra. Meier não falou, segundo nosso conhecimento, quem eram os atacantes, mas um outro contatado afirma que os atacantes nas guerras de Lira não eram outros senão os que conhecemos como Greys.

Fato Interessante


Em Phoenix, Arizona em 1984, um médico recebeu um jovem que veio ao seu consultório para apanhar algumas fotos UFO que ele tinha tomado emprestado de um outro doutor numa visita prévia. O médico manteve uma conversa com o rapaz. O rapaz falou-lhe sobre as fotos:
“Então, você não sabe nada sobre UFOs?”
“Somente o que tenho lido desde os anos 50 e ouvido contar por outros com quem me encontrei. E você?
“Bem, temos naves agora em nossa atmosfera com bases subterrâneas e submarinas. Um grupo é tão avançado que pode levar você a qualquer parte do Universo”.
“Será que Einstein ficaria desapontado se ouvisse isto?” pensou o médico.
“Existe toda uma ciência devotada a viagem além da velocidade da luz. Estas pessoas são tão avançadas que a maioria dos mundos não está preparada para entender ou apreciar os valores deles e sua posição científica”.
“Bem, não importa o quão altamente desenvolvidos tecnologicamente eles possam ser; eles tem espiritualmente as mesmas necessidades que nós. Somos todos irmãos espirituais e devemos resolver sobre o mistério de retornar à nossa origem”.
“Quando eu tinha oito anos e estava brincando com um amigo num campo, uma nave desceu, pousou não longe de nós e um homem e uma mulher vieram até nós, sorrindo e nos chamando pelo nome. Eles pareciam saber tudo sobre mim, que escola eu freqüentava, que assuntos eu mais gostava, e eles me disseram que retornariam para visitar-me e que era para eu ir bem na escola”.
“Eles voltaram?” perguntou o médico, rindo, não acreditando muito.
“Sim, surpreendentemente, eles voltaram cinco anos depois. Eu estava entre treze e qua-torze anos. Eles me disseram que eu era um deles e que fui colocado neste planeta para ajudá-los algum dia, no futuro “.
“Incrível!” brincou o médico.
“Você não ouviu a melhor parte. Eu estava com 19 anos e estava dirigindo uma noite por uma área arborizada de Connecticut, e subitamente um disco voador parou diante do meu carro. Quase saí da estrada e estava muito chocado. Ele ficou exatamente sobre o meu carro e esta voz veio dos alto falantes do carro, mas meu rádio não estava ligado! Esta voz sabia o meu nome e me perguntou muitas vezes: "Dave (pseudônimo), quando você volta para casa? Você está há tanto tempo longe”.
“Eu estava realmente tremendo por isto e então eles de alguma forma levantaram meu carro da estrada e me levaram acima de uma montanha e me puseram de novo na mesma estrada, sem meus pneus nem mesmo balançarem. Novamente disseram que voltariam algum dia”.
“Eu parei no primeiro telefone e chamei meus pais em Vermont. Quando minha mãe atendeu, eu tremia tanto e estava tão ansioso sobre a possibilidade de meus pais não terem me contado a verdade, que não me importei de contar a ela o que tinha acontecido na estrada. “Mamãe, quem eu sou?”
“Porque, Dave, você é meu filho.
“Mãe, quem eu sou realmente? Como eu vim para este mundo?
“Filho, você veio exatamente como todos os outros meninos. Eu tive você no hospital.
“Mãe, eu não acredito nisto. Uma vez após outra eu tenho sido visitado por pessoas em naves espaciais que, de alguma forma, me conhecem. Eles dizem que eu estou aqui para ajudá-los algum dia. A nave deles veio sobre o meu carro, chamaram-me pelo meu nome, brincaram comigo quando eu volto para casa. Eu sou diferente, não sou eu; quero saber da verdade..
“Houve um longo silêncio do outro lado do telefone”.
“Tudo bem. Nós íamos contar a você algum dia que você mencionasse estas coisas. Seu pai e eu achamos você e sua irmã uma noite quando estávamos andando atrás da cabine, como fazemos toda noite. Nós encontramos você e sua irmã enrolados em cobertores brancos entre algumas folhagens ao lado da montanha. Vocês dois vestiam uma brilhante roupa de uma peça só. Vocês tinham mais ou menos um ano. Nós perguntamos pelas redondezas e não achamos ninguém que soubesse indicar quem seriam seus pais. Nós então entendemos que vocês tinham sido abandonados e tivemos o forte impulso de cuidar de vocês dois até que alguém viesse a cidade e perguntasse por vocês”.
O médico então perguntou: “E você continuou sendo visitado por seus amigos?”
“Sim. Mais freqüentemente, como um calendário”.
“De onde eles são?”
“Você conhece a constelação das Sete Irmãs?”
“É também chamada de Plêiades”.
“Porque eles e você estão aqui?” pergunta o médico.
“Eles não interferirão na maior parte dos problemas sociais e destino da Terra. Esta é a política deles”.
O médico então o examinou, porque o rapaz tinha vindo consultar-se por problemas nas costas. Depois que ele informou o doutor que suas costas não mais o incomodavam, ele disse que ele tinha que correr para pegar um vôo para a Suíça e deixou a clínica.
“E quando eu voltei para o meu escritório,” diz o médico, “um dos médicos quiropráticos chamou-me, ainda andando nos corredores, carregando um raio-x.
“Olhe este raio-x. Este moço é mesmo diferente”.
Havia duas vértebras cervicais extras, pressão arterial e sinais vitais diferentes, além de órgãos internos em localizações duvidosas....

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